Desejo que tenhamos embates filosóficos,
e que estes não sejam vãos
e que o questionamento sobre nossas próprias certezas
nos faça perceber, o quão infrutífera é a vaidade do saber.
Desejo que tenhamos piadas,
que nossa mestra mor, Carol
nos demonstre a estupidez
de esquecer a elegria dessa gente (baiana, mineira, carioca, niteroiense...)
Desejo afinal, que isto aqui seja uma extensão da Cantareira,
que Larissa nos contemple com seu sorriso
que a Mariana nos conte um pouco mais sobre o século XXII
que Gabriela nos descomplexifique
que Caio Paz sinta-se à vontade para cantar Betânia
que Nathália nos leve para Maracangalha
"Ih gente" cadê o Douglas?
Eu posso falar?
Pow, mô vacilo!
1 comentários:
E viva os autores auto-reflexivos,
Vamos combinar de um dia parar de escrever sobre o blog, talvez o ano que vem. Será que até lá vamos descobrir para que ele foi feito. (talvez)...
Enquanto é muito bom ler sua forma, sua métrica e seu olhar em palavras.
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