
Anunciada na positividade, a finitude do homem se perfila sob a forma paradoxal do indefinido; ela indica, mais do que o rigor do limite, a monotonia do caminhar que, sem dúvida, não tem limite mas que talvez não seja sem esperança.
Michel Foucault
O que ele quiz dizer com ...., digo, com tudo.
6 comentários:
Ou eu sou burra ou estou diante de uma complexidade vazia.
Mas eu não duvido que o Foucault seja brilhante.
Para ele próprio...
E para o Caio.
"mais do que o rigor do limite, a monotonia do caminhar que, sem dúvida, não tem limite"
Rigor do ilimite ilimitável ???
É a Clarice Lispector da filosofia (ou seja lá o que este homem faz).
O debate vai esquentar...
Responda Caio! Responda!
sinceramente? não entendi nada. HAHAHAHA
Será que o Foucault é careca desde criança igual ao Lex Luthor, ou ele perdeu os cabelos de tanto pensar essas coisas.
Mariana já somos dois.
;)
Confesso que Foucault é confuso e difícil as vezes, mas quando você entende é bom! Não sei em que circunstâncias ele disse isso. No entanto, parece-me que a sentença embora truncada esteja falando da relação indivíduo-conhecimento. Ela é caracterizada pela indefinição pelos limites na própria decifração da realidade. Não existe verdade. Só que, ainda assim, o conhecimento pode não ser de todo mal, pois que ainda que sejamos
frágies podemos nos superar reinventando a maneira de olhar/decifrar as coisas. Como diria Niezstche: Supera-te, super-homem!
concordo com a ana, com a mari e com o Caio!
Mas Caio você é certamente mais didático que o Foucault
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